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O parawing da Armstrong

O que sabemos até agora.

21 de setembro de 2026

Na AWSI 2026 a Armstrong mostrou o seu primeiro parawing de sempre. Dois anos de protótipos, e lá estava ele, pendurado no stand.

Ainda não está à venda. Sem preço, sem data. A única coisa dita sobre o timing: "coming out very soon".

Mas explicaram tudo duas vezes, à frente de duas câmaras diferentes. Por isso pensámos: vamos resumir este produto novo, quase a sair e provavelmente brutal, e ver a fundo todas as suas características.

Fica a saber quando sair

Um único email quando o parawing sair e as pré-encomendas abrirem. Mais nada, cancelas com um clique.

Tamanhos: de 2 a 5 metros

Sete tamanhos: 2 · 2,5 · 3 · 3,5 · 4 · 4,5 · 5. As gamas sobrepõem-se, por isso dois ou três cobrem a maioria das condições.

O 5 é o maior, e foi de propósito. Fizeram protótipos muito maiores e pararam: estes bombeiam tão bem que se empurram sozinhos, e o tecido extra não acrescentava nada.

O sistema de depower

Esta é a parte interessante.

Uma linha encurta as linhas A. Toda solta é potência máxima, e é assim que sobes ao foil. Puxa-la e prendes no nó: um pouco menos de potência, mas sobe muito melhor contra o vento.

É exatamente esse o problema que resolve. Precisas de muita potência para arrancar, ainda mais agora que toda a gente anda em foils mais pequenos. Já em cima, essa mesma potência atrapalha. A Armstrong estima o ganho em cerca de 5 nós de vento útil.

A barra

Carbono moldado, e é curva. O entrevistador chamou-lhe banana bar e o nome vai pegar.

Duas razões para a curva. A mão da frente assenta melhor. E a curvatura no bordo de fuga aponta a barra para a asa, por isso sentes onde ela está em vez de adivinhar.

Nada sobressai para prender quando a guardas, e fica plana em cima da asa dobrada. Dois comprimentos — a longa vai com o 4,5 e o 5.

Construção

O que vem incluído

Saco leve com alças de mochila, apito e drenagem. Dica da própria Armstrong: leva um tamanho acima no saco, para que um vento que morre não te deixe apeado.

Parece haver mais acessórios específicos para parawing a caminho, mas ainda não estão confirmados.

Preço e data de lançamento

Nenhum dos dois. Dois anos de desenvolvimento, várias equipas de design, muitos protótipos no lixo. Foi tudo o que se disse.

Fica à frente da fila

Deixa o teu email e avisamos-te assim que puderes pré-encomendar.

As entrevistas da AWSI

Tudo o que está acima vem destas duas. A primeira é uma volta rápida pela asa. A segunda entra no sistema de depower e na barra.

A apresentação da Armstrong na AWSI 2026 (2 min)vídeo de KitePaddleSurf
A entrevista completa — depower, barra e tamanhos (7 min)vídeo de foilrat / LabRat

O hype é real

Cada vez mais gente está a passar para o parawing, e na AWSI deste ano era O tema de que todas as marcas queriam falar.

Porquê?

Deixa-te subir contra o vento e depois voltar a descer no swell TOTALMENTE depowered. Guardas a asa e surfas, só isso.

Nas nossas tow trips não precisas dele para nada — só swell limpo, sem vento, atrás da mota.

Ótimo se quiseres afinar o teu surf nas ondas antes de passares ao parawing. Ou se quiseres simplesmente uns dias incríveis em Portugal.

Porquê encomendar connosco

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